2011 foi um ano muito marcante pra mim.
Olhando para trás, eu estava em minha melhor forma, fisicamente e mentalmente.
Comecei a trabalhar na HP, em Porto Alegre.
Um trampo que eu queria muito, e graças a um amigo, tive a oportunidade de fazer uma entrevista. E deu certo.
Eu tava postando aqui, no blog da Familia Rodrigues, mantinha o Facebook da Familia Rodrigues.
Tava estudando também. Fazia Pós-Graduação na PUCRS. Tava curtindo mesmo, mas...
Nem 8 meses no trampo, e bate a loucura e rola uma ligação.
Um convite pra fazer show com a turma do globo da morte em Dubai, Montecarlo e Russia.
Essa trip foi maravilhosa, não mais do que a trip em 2009 com o Top Gear (Clarkson, Hammond and May) mas foi.
Reviver tudo isso enquanto escrevo faz relembrar ótimas memórias.
Algumas fotos das aventuras segue aqui.
O tempo de fato passou. E porque parei?
De fato, parei de muita coisa. Perdi interesse. Perdi hábitos. Bons hábitos.
E voltar não é fácil. Tem muita distração. Minha opinião é que existe tanta distração que nem o overthinking ganha dela.
É tão fácil puxar o celular e ficar scrollando por horas.
Quando cheguei na Arábia Saudita (da pra escrever outro post), fiquei 2 anos praticamente sozinho.
Via a família só aos finais de semana. Não todos.
Tinha vários planos. Ia ter mais tempo, então iria fazer muito mais coisas, tipo estudar, fazer meu site, qualquer coisa.
Em 2011 eu tinha nem a metade desse tempo e eu fazia 3x mais.
E em 2011, a gente não tinha esses avanços tecnologicos e a comodidade que temos de certas coisas.
Interessante que as pessoas perguntam em cursos de executivo, ou terapias: Quem é a pessoa que tu gostaria de ser? Alguém que tu admira? etc, etc.
Imagina que essa pessoa é tu mesmo, em uma determinada fase da tua vida.
Dá pra se espelhar em outros? Claro! Mas esse feeling de olhar pra traz, e ver o que tu fez bate diferente.
E bateu. Bateu positivamente. Cedo para promessas. Vamos ver quanto consigo manter o hábito.
















